Sistema Solar
Saturnália
Vénus e outros vizinhos cósmicos e missões para os explorar
Jogo de tabuleiro “ET – Uma Aventura no Sistema Solar”
Extraterrestres imaginários ajudam a aprender sobre o Sistema Solar e a vida fora da Terra
Planetália – A Festa dos Planetas
Telescópio Espacial James Webb: Uma revolução?
Colocar os olhos no espaço – (quase) literalmente








Ceres, tal como Plutão, é um planeta-anão, mas a sua história não começou assim. Descoberto em 1801 por Giuseppe Piazzi, foi o primeiro objeto identificado na região atualmente conhecida por cintura de asteroides, e foi referido como asteroide até à reclassificação em 2006, junto com Plutão.
Esta é uma conceção artística da superfície de Vénus. Visto a anos-luz de distância, Vénus poderia ser classificado como um planeta 'tipo-Terra', mas está longe de ser um planeta habitável. Vários factores estão de facto envolvidos na habitabilidade como a entendemos, e não apenas a distância à estrela.
A nebulosa planetária ESO 378-1 é um exemplo da forma arredondada, parecida com a de um planeta, e que tem causado alguma confusão em volta deste termo.
Esta ilustração representa o conceito de paralaxe estelar. À medida que a Terra orbita o Sol, a posição aparente de estrelas relativamente próximas (até algumas centenas de anos-luz) varia em relação a estrelas mais distantes (e praticamente fixas no céu). Se o ângulo indicado na imagem for de um segundo de arco, então a distância da estrela ao Sol é de um parsec.

Foto do eclipse total do Sol de 21 de agosto de 2017, obtida em Madras, Oregon, nos EUA.



Crianças na Etiópia durante o evento 100 Horas de Astronomia. Crédito: Mekbeb Tamrat[/caption]
O Gabinete de Divulgação de Astronomia (



Rui Agostinho formou-se em Física na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa (FCUL) e obteve o grau de doutor em Astronomia e Astrofísica na Universidade da Carolina do Norte em Chapel Hill (EUA) em 1992, com uma tese sobre a A Evolução do Disco Espesso da Galáxia usando Espectros Obtidos com Prismas Objectivos.
Foto de Susana Barros na quarta edição do livro Mulheres na Ciência. (Créditos: Diana Tinoco)[/caption]
Susana Barros, que liderou este estudo, é investigadora do Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço e da Universidade do Porto.
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