Será que o céu nos vai cair em cima da cabeça?

Noites no Observatório, 27 de maio, 2017

Noites no Observatório, 27 de maio, 2017

A sessão terá início com a palestra às 21:30. Após a palestra haverá um pequeno espetáculo de música e efeitos na cúpula do Planetário. As observações astronómicas decorrerão em contínuo ao longo da noite, até às 24:00.


Será que o céu nos vai cair em cima da cabeça?

com Pedro Machado, do Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço

O nosso céu tem um trânsito intenso: asteroides, cometas e até lixo espacial… Alguns desses corpos podem colidir com a Terra. Como podemos estudá-los e precaver o nosso futuro?

Donde provêm todos estes obscuros pequenos corpos que povoam o nosso Sistema Solar? O que perturba as suas órbitas quase incógnitas e os atira em todas as direções?

Será que a Lua foi um bocado da Terra que foi arrancado? Foram os cometas e asteroides que trouxeram a maior parte da água que existe no nosso planeta? E o que dizer das moléculas pré-bióticas… ou mesmo da vida?

Vamos discutir todas estas questões numa viagem pelo lado escuro e sombrio do Sistema Solar.

Nota Biográfica

A atividade principal de Pedro Mota Machado é focada nas ciências planetárias, mais concretamente no estudo da dinâmica das atmosferas dos planetas do Sistema Solar.

Depois de se formar em Física Teórica na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa (FCUL), completou o mestrado em Astronomia e Astrofísica na mesma universidade. Em 2013 obteve o grau de doutor, em regime de associação entre o Observatório de Paris (França) e a Universidade de Lisboa, com uma tese sobre a caracterização da dinâmica da atmosfera de Vénus.

Atualmente prossegue a sua pesquisa sobre a dinâmica da atmosfera de Vénus, utilizando técnicas de velocimetria Doppler e métodos de seguimento de nuvens (‘cloud tracking’). Os métodos Doppler desenvolvidos e aperfeiçoados no âmbito da sua investigação estão neste momento a ser adaptados para o estudo de outros corpos do Sistema Solar. O seu trabalho tem sido apresentado em várias conferências internacionais e publicado em diversas revistas da especialidade de Astronomia e Astrofísica.

Atualmente é investigador do Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço (IA), afeto à Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa.

Partilhe

Duração:

3 horas

Entrada livre


Inscrição

Apesar de ter acesso gratuito, a atividade requer uma inscrição obrigatória que pode ser realizada aqui.

Devido à crescente procura das nossas atividades e ao facto de existirem desistências sem aviso prévio, será solicitada por email a confirmação das presenças. A ausência de resposta (48 horas após a receção do pedido de confirmação) será tomada como uma desistência, sendo cancelada a inscrição. Por este motivo, esteja atento à sua caixa de correio eletrónico de modo a poder confirmar a sua participação nas atividades, quando lhe for solicitado.

Importante: 

A existência de observações astronómicas está sujeita às condições meteorológicas. Como têm lugar no exterior, aconselha-se o uso de roupa confortável e quente.

A realização da palestra é independente das observações. O Planetário Calouste Gulbenkian abre as suas portas meia hora antes do evento.

Receba os anúncios antecipadamente:

O tema da palestra e o programa são divulgados na segunda-feira da semana anterior ao evento. A divulgação é realizada através das páginas internet do IA e do OAL, assim como da lista de distribuição de notícias do OAL (Astronovas). Pode ainda receber os anúncios através das páginas de facebook do IA e facebook do OAL, assim como do grupo facebook das Noites no Observatório.

Localização

Planetário Calouste Gulbenkian - Centro Ciência Viva
Museu de Marinha
Praça do Império
Lisboa

Como chegar

De carro
GPS – 38.698140, -9.208919

De autocarro
714, 727, 28, 729, 751 e 201

De elétrico
15

De barco
Estação fluvial de Belém ( Transtejo)

Videotransmissão

Pode assistir à sessão a partir de casa acedendo ao seguinte endereço e interagir com o palestrante, colocando as suas questões online.

A videotransmissão das palestras tem o apoio da Fundação para a Computação Científica Nacional (FCCN), unidade da Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT).