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Ilustração do satélite TESS (Transiting Exoplanet Survey Satellite) da NASA. Créditos: Centro de Voo Espacial Goddard da NASA.Imagem do TESS (Transiting Exoplanet Survey Satellite) de parte do céu do hemisfério Sul mostrando a localização de nu Indi (marcada com um círculo azul), o plano da Via Láctea (esquerda, em baixo) e o polo sul eclíptico (topo). Estas imagens foram obtidas com dados recolhidos pelo TESS enquanto observava os setores 1, 12 e 13. Créditos: J. T. Mackereth.Exemplo de início de fusão de duas galáxias semelhantes à Via Láctea. NGC 2207 e IC 2163 estão localizadas a 150 milhões de anos-luz de distância, na constelação do Cão Maior, e dentro de alguns milhares de milhões de anos estarão completamente fundidas numa só galáxia. Apesar de parecer um fenómeno violento, como as estrelas individuais de uma galáxia se encontram a grandes distâncias entre si, é extremamente baixa a probabilidade de ocorrerem colisões físicas entre elas. Créditos: ESO.Fotografia de Tiago Campante, um dos investigadores do Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço (IA) envolvido no estudo. Créditos: Tiago Campante.Fotografia de Diego Bossini, um dos investigadores do Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço (IA) envolvido no estudo. Créditos: Diego BossiniSimulação das órbitas de três estrelas da nossa galáxia Via Láctea: nu Indi, o Sol e uma estrela proveniente da galáxia Gaia-Encélado. A estrela proveniente da colisão com Gaia-Encélado apresenta uma órbita distinta, bastante alongada. Por outro lado, nu Indi, ao ter sido afetada pela colisão com Gaia-Encélado, mostra uma órbita bastante diferente da do Sol, que não foi afetado pela colisão. Créditos: Universidade de Birmingham, J.T. Mackereth.