Link-press – 20200113

Clique sobre as imagens para as obter com maior resolução.

Ilustração do satélite TESS (Transiting Exoplanet Survey Satellite) da NASA.
Ilustração do satélite TESS (Transiting Exoplanet Survey Satellite) da NASA. Créditos: Centro de Voo Espacial Goddard da NASA.
 Imagem do TESS de parte do céu do hemisfério Sul.
Imagem do TESS (Transiting Exoplanet Survey Satellite) de parte do céu do hemisfério Sul mostrando a localização de nu Indi (marcada com um círculo azul), o plano da Via Láctea (esquerda, em baixo) e o polo sul eclíptico (topo). Estas imagens foram obtidas com dados recolhidos pelo TESS enquanto observava os setores 1, 12 e 13. Créditos: J. T. Mackereth.
Exemplo de início de fusão de duas galáxias semelhantes à Via Láctea.
Exemplo de início de fusão de duas galáxias semelhantes à Via Láctea. NGC 2207 e IC 2163 estão localizadas a 150 milhões de anos-luz de distância, na constelação do Cão Maior, e dentro de alguns milhares de milhões de anos estarão completamente fundidas numa só galáxia. Apesar de parecer um fenómeno violento, como as estrelas individuais de uma galáxia se encontram a grandes distâncias entre si, é extremamente baixa a probabilidade de ocorrerem colisões físicas entre elas. Créditos: ESO.
Tiago Campante, investigador do Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço (IA) envolvido no estudo
Fotografia de Tiago Campante, um dos investigadores do Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço (IA) envolvido no estudo. Créditos: Tiago Campante.
Diego Bossini, um dos investigadores envolvido no estudo.
Fotografia de Diego Bossini, um dos investigadores do Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço (IA) envolvido no estudo. Créditos: Diego Bossini
Simulação das órbitas de três estrelas da nossa galáxia Via Láctea.
Simulação das órbitas de três estrelas da nossa galáxia Via Láctea: nu Indi, o Sol e uma estrela proveniente da galáxia Gaia-Encélado. A estrela proveniente da colisão com Gaia-Encélado apresenta uma órbita distinta, bastante alongada. Por outro lado, nu Indi, ao ter sido afetada pela colisão com Gaia-Encélado, mostra uma órbita bastante diferente da do Sol, que não foi afetado pela colisão. Créditos: Universidade de Birmingham, J.T. Mackereth.